Palestra sobre Câncer e Família encerra programação do CRAS voltada a campanha Outubro Rosa

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Uma palestra sobre Câncer e Família encerrou nesta quarta-feira, 30, a programação do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), voltada a campanha Outubro Rosa. A atividade foi desenvolvida pela estagiária de psicologia, Júlia Soares e contou com as colaborações da coordenadora do CRAS, Paula Pinheiro e da assistente social, Daiana Moura.

De acordo com Júlia, o diagnóstico do câncer causa transformações não só na vida do paciente, mas de toda sua família. “Todos já ouvimos que quando um paciente recebe o diagnóstico, a família toda adoece. E é verdade. É muito difícil pra família lidar com o medo da perda, com o sentimento de impotência, a angustia em ver a dor e o sofrimento daquele parente. É comum nestes momentos surgiram mudanças de comportamento, como isolamento, conflitos com amigos e familiares, pois tudo muda. É um trabalho que você deixa, é a faculdade que você tem que trancar”, detalhou.

A estagiária ressaltou a importância de conhecer a doença para poder família e paciente lidarem com ela e buscarem a melhor forma de continuar vivendo enquanto acontece o tratamento. “O que não pode é se desesperar. É primordial parar, respirar fundo e seguir. Cuidar de alguém com câncer não é tão fácil, mas podemos tornar as coisas menos difíceis buscando informações, ficando por dentro das terapias para dá suporte”, aconselha Júlia.

Na palestra, Júlia destacou ainda as mudanças de hábito que podem tornar o período de enfrentamento da doença mais fácil. “Falei sobre as mudanças de hábitos. Dormir oito horas por noite, manter as refeições, praticar exercícios físicos e tirar alguns momentos de descanso”.

Outubro Rosa do CRAS

O Outubro Rosa promovida pelo CRAS contou com ações durante todo mês, sempre voltadas aos grupos de mulheres e gestantes que são acompanhadas pelo serviço. De acordo com a coordenadora do Centro, Paula Pinheiro, todas as ações foram voltadas a alertar e reforçar a importância da prevenção do câncer de mama.

“Fizemos toda uma programação com o objetivo comum de sensibilizar as mulheres que atendemos a se cuidarem, a ter um olhar de mais cuidado e afeto para elas mesmas e acredito que alcançamos nosso objetivo. A assistência social precisa amparar aqueles que a procuram das formas mais eficazes, e acredito que transmitido informações tão relevantes, nós colaboramos muito”, comentou Paula.